quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

A reinvenção da alfabetização (Magda Soares)

Durante algum tempo, encantada com as possibilidades que o viés construtivista oferecia, acreditei que essa coisa do b a bá estava realmente se extinguindo, mas neste curso específico sobre alfabetização que estou fazendo tenho visto que não é bem assim e que precisamos ter muito cuidado ao extinguir o que é dito
tradicional, nem tudo deve ir pro lixo!





A reinvenção da alfabetização
Magda Soares*

Vou tentar aqui defender a especificidade da alfabetização e a sua importância na escola, ao
lado do letramento.
O que poderíamos chamar de acesso ao mundo da escrita – num sentido amplo – é o processo
de um indivíduo entrar nesse mundo, e isso se faz basicamente por duas vias: uma, através do
aprendizado de uma "técnica". Chamo a escrita de técnica, pois aprender a ler e a escrever
envolve relacionar sons com letras, fonemas com grafemas, para codificar ou para decodificar.
Envolve, também, aprender a segurar um lápis, aprender que se escreve de cima para baixo e
da esquerda para a direita; enfim, envolve uma série de aspectos que chamo de técnicos. Essa
é, então, uma porta de entrada indispensável.
A outra via, ou porta de entrada, consiste em desenvolver as práticas de uso dessa técnica. Não
adianta aprender uma técnica e não saber usá-la. Podemos perfeitamente aprender para que
serve cada botão de um forno de microondas, mas ficar sem saber usá-lo. Essas duas
aprendizagens – aprender a técnica, o código (decodificar, usar o papel, usar o lápis etc.) e
aprender também a usar isso nas práticas sociais, as mais variadas, que exigem o uso de tal
técnica – constituem dois processos, e um não está antes do outro. São processos simultâneos e
interdependentes pois todos sabem que a melhor maneira para aprender a usar um forno de
microondas é aprender a tecnologia com o próprio uso. Ao se aprender uma coisa, passa-se a
aprender a outra. São, na verdade, processos indissociáveis, mas diferentes, em termos de
processos cognitivos e de produtos, como também são diferentes os processos da alfabetização
e do letramento.
Que significa isso? Significa que a alfabetização, aprendizagem da técnica, domínio do código
convencional da leitura e da escrita e das relações fonema/grafema, do uso dos instrumentos
com os quais se escreve, não é pré-requisito para o letramento.
Não é preciso primeiro aprender a técnica para depois aprender a usá-la. E isso se fez durante
muito tempo na escola: "primeiro você aprende a ler e a escrever, depois você vai ler aqueles
livrinhos lá". Esse é um engano sério, porque as duas aprendizagens se fazem ao mesmo
tempo, uma não é pré-requisito da outra.
Mas, por outro lado, se a alfabetização é uma parte constituinte da prática da leitura e da escrita,
ela tem uma especificidade, que não pode ser desprezada. É a esse desprezo que chamo de
"desinventar" a alfabetização. É abandonar, esquecer, desprezar a especificidade do processo
de alfabetização. A alfabetização é algo que deveria ser ensinado de forma sistemática, ela não
deve ficar diluída no processo de letramento. Acredito que essa é uma das principais causas do
que vemos acontecer hoje: a precariedade do domínio da leitura e da escrita pelos alunos.
Estamos tendo a prova disso através das avaliações nacionais. O último SAEB mostrou um
resultado terrível: aproximadamente 33% dos alunos com quatro anos de escolaridade ainda são
analfabetos.
Quais são as causas dessa perda da especificidade da alfabetização? É muito difícil analisar os
fatos recentes, por um lado, por estarmos participando do processo; por outro, temos de fazê-la
porque a questão é grave. Não podemos deixar esses milhões de alunos, crianças e jovens,
saírem da escola semi-alfabetizados, quando não saem analfabetos.
O que poderíamos levantar como hipótese? Primeiro, uma concepção de alfabetização que,
coincidentemente, chegou ao País na mesma época que o conceito de letramento, nos anos 80;
segundo, uma nova organização do tempo da escola, que consiste na divisão em ciclos,
trazendo junto a questão da progressão continuada – da não-reprovação.
Essa concepção de alfabetização está, de certa maneira, associada ao construtivismo. Não
estou afirmando que essa concepção seja errada, mas a maneira como ela se difundiu no
sistema é que pode ser uma das causas da perda de especificidade do processo de
alfabetização. A mudança conceitual que veio dos anos 80 fez com que o processo de
construção da escrita pela criança passasse a ser feito pela sua interação com o objeto de
conhecimento. Interagindo com a escrita, a criança vai construindo o seu conhecimento, vai
construindo hipóteses a respeito da escrita e, com isso, vai aprendendo a ler e a escrever numa
descoberta progressiva.
O problema é que, atrelada a essa mudança de concepção, veio a idéia de que não seria preciso
haver método de alfabetização. A proposta construtivista é justa, pois é assim mesmo que as
pessoas aprendem, não apenas a ler e escrever, mas é assim que se aprende qualquer coisa:
interagindo com o objeto de conhecimento. Mas os métodos viraram palavrões. Ninguém podia
mais falar em método fônico, método silábico, método global, pois todos eles caíram no
purgatório, se não no inferno. Isso foi uma conseqüência errônea dessa mudança de concepção
de alfabetização. Por equívocos e por inferências falsas, passou-se a ignorar ou a menosprezar
a especificidade da aquisição da técnica da escrita. Codificar e decodificar viraram nomes feios.
"Ah, mas que absurdo! Aprender a ler e escrever não é aprender a codificar e decodificar".
Aí é que está o erro. Ninguém aprende a ler e a escrever se não aprender relações entre
fonemas e grafemas – para codificar e para decodificar. Isso é uma parte específica do processo
de aprender a ler e a escrever. Lingüisticamente, ler e escrever é aprender a codificar e a
decodificar.
Esse modo de ver as coisas fez com que o processo de ensinar a ler e escrever como técnica
ficasse desprestigiado. As alfabetizadoras que ficam pelejando com os meninos para eles
aprenderem a ler e escrever são vistas como retrógradas e ultrapassadas. Mas, na verdade, elas
estão ensinando aquilo que é preciso ensinar: codificar e decodificar. As alfabetizadoras podem
até estar ensinando pelos caminhos inadequados, mas isso precisa ser feito.
Nas concepções anteriores, as alfabetizadoras tinham um método – fosse esse ou aquele – que
vinha concretizado na chamada cartilha, acompanhado de um manual do professor (da
alfabetizadora) dizendo detalhadamente o que ela deveria fazer. Não estou discutindo a
impropriedade dos fundamentos dessa cartilha, seja do ponto de vista lingüístico, seja do ponto
de vista da própria escrita, dos gêneros de escrita, do tipo de texto etc. Mas era isso que as
professoras tinham. Não tinham uma teoria, porque aquele método era tudo: se adotassem o
silábico, mantinham-se no silábico, pois não tinham uma teoria lingüística ou psicológica que
justificasse ser aquele o melhor método ou aquela a melhor seqüência de aprendizado. A
verdade era exclusivamente o que dizia a cartilha. Havia um método, mas não uma teoria. Hoje
acontece o contrário: todos têm uma bela teoria construtivista da alfabetização, mas não têm
método. Se antigamente havia método sem teoria, hoje temos uma teoria sem método. E é
preciso ter as duas coisas: um método fundamentado numa teoria e uma teoria que produza um
método.
Existe também a falsa inferência de que, se for adotada uma teoria construtivista, não se pode
ter método, como se os dois fossem incompatíveis. Ora, absurdo é não ter método na educação.
Educação é, por definição, um processo dirigido a objetivos. Só vamos educar os outros se
quisermos que eles fiquem diferentes, pois educar é um processo de transformação das
pessoas. Se existem objetivos, temos de caminhar para eles e, para isso, temos de saber qual é
o melhor caminho. Então, de qualquer teoria educacional tem de derivar um método que dê um
caminho ao professor. É uma falsa inferência achar que a teoria construtivista não pode ter
método assim como é falso o pressuposto de que a criança vai aprender a ler e escrever só pelo
convívio com textos. O ambiente alfabetizador não é suficiente.
Minha hipótese é a seguinte: o construtivismo – aliás, o construtivismo constitui uma teoria mais
complexa do que a que está presente no senso comum – nos trouxe algo que não sabíamos.
Permitiu-nos saber que os passos da criança, em sua interação com a escrita, são dados numa
direção que permite a ela descobrir que escrever é registrar sons e não coisas. Então, a criança
vai viver um processo de descoberta: escrevemos em nossa língua portuguesa e em outras
línguas de alfabeto fonético registrando o som das palavras e não aquilo a que as palavras se
referem. A partir daí a criança vai passar a escrever abstratamente, colocando no papel as letras
que ela conhece, numa tentativa de, realmente, escrever "casa", sem o recurso de utilizar
desenhos para dizer aquilo que quer. Então, depois que a criança passa pela fase silábica para
registrar o som (o som que ela percebe primeiro é a sílaba), ela vai perceber o som do fonema e
chega o momento em que ela se torna alfabética.
Esse foi um grande esclarecimento proporcionado pelo construtivismo. Só que, quando a criança
se torna alfabética, está na hora de começar a entrar no processo de alfabetização, de aprender
a ler e a escrever. Por quê? Porque quando se torna alfabética, surge o problema da
apropriação, por parte da criança, do sistema alfabético e do sistema ortográfico de escrita, os
quais são sistemas convencionais constituídos de regras que, em grande parte, não têm
fundamento lógico algum. E a criança tem de aprender isso. Ela tem de passar por um processo
sistemático e progressivo de aprendizagem desse sistema. Nesse campo, a grande colaboração
é da Lingüística, ao tratar das relações entre sistema fonológico e sistema ortográfico. Assim
podemos determinar qual é o melhor caminho para a criança se apropriar desses sistemas e de
suas relações.
É a isso que eu chamo da especificidade do processo de alfabetização. Não basta que a criança
esteja convivendo com muito material escrito, é preciso orientá-la sistemática e
progressivamente para que possa se apropriar do sistema de escrita. Isso é feito junto com o
letramento. Mas, em primeiro lugar, isso não é feito com os textos 'acartilhados' – "a vaca voa,
ivo viu a uva" –, mas com textos reais, com livros etc. Assim é que se vai, a partir desse material
e sobre ele, desenvolver um processo sistemático de aprendizagem da leitura e da escrita.
Essa aprendizagem não está acontecendo. Visito muitas escolas e tenho visto o que está de fato
acontecendo. Além disso, venho acompanhando nos testes – SIMAVE, SAEB e outros – o
fracasso, a falta de orientação sistemática da criança para se apropriar do sistema de escrita.
Quando digo que se "desinventou" a alfabetização, é a essa falta de especificidade da
alfabetização que me refiro. Um sistema convencional tem de ser aprendido de forma
sistemática. Desde que a criança tenha descoberto que o sistema é alfabético, está apta a
aprender esse sistema. E acaba aprendendo porque, felizmente, criança é bastante esperta. Mas
ela leva muito mais tempo para aprender, e enfrenta muito mais dificuldades, se deixarmos que o
processo ocorra de maneira aleatória e esparsa.
A Lingüística fornece elementos para se saber como devem ser trabalhadas essas
correspondências fonema/grafema com a criança. Quando isso não é observado, o resultado é o
fracasso em alfabetização, sob nova vestimenta. Não estou dizendo que o fracasso de agora
seja novidade, pois sempre tivemos fracassos em alfabetização. Antes, a criança repetia a
mesma série por até quatro vezes e havia o problema da evasão. Agora, e talvez isso seja mais
grave, a criança chega à 4a série analfabeta.
E por que talvez isso seja mais grave? Porque, quando a criança repetia o ano – pois tínhamos
métodos que não estavam fundamentados em teorias psicológicas, psicolingüísticas nem
lingüísticas –ela não aprendia. Então ela repetia, mas, pelo menos, ficava claro para ela que
havia o "não sei". Agora, ela chega à 8a série, pensa que tem um nível de Ensino Fundamental e
não tem. Na minha opinião, os alunos, os pais desses alunos e a sociedade estão sendo
desrespeitados. Estamos iludindo-os ao dizer que essas crianças e esses jovens estão
aprendendo a ler e a escrever, quando na verdade não estão.
Tratemos agora da reinvenção da alfabetização. À primeira vista, essa reinvenção pode parecer
uma esperança, mas não é propriamente a solução do problema. Entendo-a como um
movimento que tenta recuperar a especificidade do processo de alfabetização. Agora, mais que
nunca, temos que ficar de olhos abertos para saber como esse movimento está sendo feito e em
que direção ele está sendo feito.
Considero que nós estamos vivendo, na área de alfabetização, um momento grave. Primeiro, por
causa do fracasso que aí está, gritante, diante de nós. Não é possível continuar dessa forma.
Segundo, porque estão aparecendo tentativas, em princípio muito bem-vindas, de recuperar a
especificidade da alfabetização, mas é bom vermos qual caminho vão tomar.
Vamos lembrar a conhecida "teoria da curvatura da vara", muito em voga nos anos 70. Se temos
uma vara encurvada e queremos que ela fique reta, curvamos a vara para o lado contrário para
que ela fique depois na posição vertical. Isso é uma metáfora para mostrar um movimento que
acontece com freqüência – se não sempre – na educação. Fomos para o lado do construtivismo,
nada de método etc, depois vimos que não é nada disso. A tendência pode ser curvar a vara
para o outro lado, à espera de que ela fique reta. Mas é preciso saber se é isso mesmo o que
teria de ser feito. É preciso saber o que significa esse “curvar para o outro lado”. Pode significar
voltar ao antigo – e é o que tem acontecido. As pessoas dizem: "Ah isso não funciona, e os
meninos não estão aprendendo a ler e a escrever, então vou voltar àquele meu velho método
silábico, alfabetizar na cartilha, porque tudo corria muito bem..."
Entretanto, voltar para o que já foi superado não significa que estamos avançando. Avançamos
quando acumulamos o que aprendemos com o passado, juntando a ele as novidades que o
presente traz. Estamos no momento crítico desse avanço. As pessoas estão insatisfeitas com o
construtivismo, as denúncias já estão sendo feitas e começam a surgir iniciativas no sentido de
corrigir essa situação.
Estamos na fase de reinvenção da alfabetização. A revista Educação do ano passado, cuja
chamada de capa é Guerra de Letras, diz: "Adversários do construtivismo garantem que o antigo
método fônico é mais eficaz no processo de alfabetização". Esse é um sinal que indica um
momento de reinvenção da alfabetização. Um outro sinal é um texto da revista Ensaio, de abril
de 2002, que traz um artigo com o seguinte título: "Construtivismo e alfabetização: um
casamento que não deu certo".
O que considero preocupante, porém, é que esse movimento está indo em direção ao método
fônico. Por quê? Para corrigir os problemas que estamos enfrentando, será que a solução é
voltar a usar esse método? Por que essa ênfase no fônico? Quando falo em método fônico,
refiro-me àquele método do 'casado', em que vinha uma letra de um lado e casava com a letra
de outro lado, como aquelas antigas cartilhas fônicas. Mas certamente não é disso que os
especialistas estão falando: o que se pretende é voltar a orientar as crianças na construção das
relações fonema / grafema.
Nos Estados Unidos houve também o movimento do construtivismo, que lá chamavam de whole
language, ou seja, língua total. Ele consistia em fazer o aluno conviver de maneira total com a
língua. Essa foi a tradução da orientação construtivista nos Estados Unidos, e os resultados
foram os mesmos: as crianças não estavam aprendendo a ler e escrever. O país se apavorou e
o governo central encarregou um grupo de cientistas de fazer um levantamento das pesquisas
produzidas até então no país a respeito da alfabetização, na tentativa de se descobrir como
resolver o problema. O relatório, chamado de Reading Panel, ou "Painel da Leitura", analisou
aproximadamente 1.800 pesquisas a respeito da alfabetização feitas naquele país. Os autores
chegaram à conclusão de que as crianças aprendem quando se trabalham sistematicamente as
relações fonema / grafema. Ou seja, é a aprendizagem do sistema de escrita, aquilo que chamo
alfabetização na sua especificidade. Houve, então, uma determinação que causou impacto:
todos teriam de ensinar o que eles chamam de fonics.
Se fôssemos traduzir para o português, seria alguma coisa como "fonismo", um substantivo.
Usamos fônico como adjetivo, mas não temos um substantivo para esse adjetivo fônico. O que
os especialistas americanos defenderam é que era necessário alfabetizar trabalhando-se as
relações fonema / grafema. Eles não estabelecem método, eles estabelecem os princípios. A
escola que busque o método, desde que esse método trabalhe a aquisição do sistema alfabético
e ortográfico, o chamado fonics. A tendência que se tem fortalecido naquele país é a de retomar
os trabalhos na linha das relações fonema / grafema. É a retomada da aquisição do sistema
alfabético e ortográfico pela criança nas suas relações com o sistema fonológico. Esta é a
tecnologia da alfabetização que eles pretendem aplicar.
E não foram só os EUA que fizeram isso. Na França aconteceu a mesma coisa. Neste pais, um
órgão chamado Observatório Nacional da Leitura fez um estudo da alfabetização e chegou à
conclusão de que é necessário trabalhar na linha do fônico, mas não no método antigo.
Inglaterra e Canadá também chegaram à mesma conclusão. É importante saber o que vem
acontecendo em outros países para não acharmos que estamos fazendo bobagem. Todos
estavam enfrentando esse problema, e os países que se preocuparam com essa questão foram
na mesma direção, qual seja, insistir na especificidade da alfabetização como aprendizado do
sistema alfabético / ortográfico e nas suas relações com o sistema fonológico.
No Congresso Nacional formou-se uma equipe, da qual não faço parte, para estudar o problema
da alfabetização, levando em conta a literatura científica e a experiência internacional sobre o
tema. Este fato já é um indicador muito significativo. Uma vez pronto o relatório dessa equipe,
haverá um ciclo de debates na Câmara dos Deputados, na segunda quinzena de agosto do
corrente ano, o que significa que teremos alguma novidade nessa área da alfabetização
No início de minha exposição, levantei algumas questões polêmicas, algumas preocupações e
dificuldades. Para terminar, proponho uma reflexão sobre o risco de reinventarmos a
alfabetização. Embora ela esteja mesmo precisando ser reinventada e seja preciso recuperar
sua especificidade, não podemos voltar ao que já foi superado. A mudança não deve ser um
retrocesso, mas um avanço.
*Professora emérita da UFMG.
Parte de palestra proferida na FAE UFMG, em 26/05/2003, na programação "Sexta na Pós".
Transcrição e edição de José Miguel Teixeira de Carvalho e Graça Paulino.
Referências bibliográficas
CAPOVILLA, Alessandra & CAPOVILLA, Fernando. Alfabetização e método fônico.
São Paulo: Mnemom, 2001
OLIVEIRA, João Batista Araújo. ABC da alfabetização. Belo Horizonte: Alfaeducativa,
2002
SCLIAR-CABRAL, Leonor. Princípios do sistema alfabético de português do Brasil.
São Paulo: contexto, 2003.
________________________ Guia Prático de alfabetização. São Paulo: Contexto,2003
in Revista Presença Pedagógica (Julho/Agosto 2003) retirado de
http://www.editoradimensao.com.br/revistas/revista52_trecho.htm
SOARES, Magda. A reinvenção da alfabetização. Disponível em
http://www.meb.org.br/biblioteca/artigomagdasoares. Acesso em: 3 mar. 2006

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